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    Home»Notícias Corporativas»Agência MALI Content analisa o impacto de ativos intangíveis
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    Agência MALI Content analisa o impacto de ativos intangíveis

    DinoBy Dino19 de maio de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    O mercado brasileiro de fusões e aquisições (M&A) registrou movimentações expressivas nos últimos meses, superando a marca de 1.500 transações anuais, de acordo com a mais recente Pesquisa de Fusões e Aquisições da consultoria KPMG. Paralelamente, os dados da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) apontam para um fluxo constante de captações, reforçando a atuação de fundos institucionais no país. Diante do volume de capital negociado e da seletividade do mercado financeiro, a composição do valor de mercado (valuation) das organizações passa por escrutínio rigoroso.

    Neste cenário, a avaliação das companhias sofreu alterações estruturais nas últimas décadas. Um levantamento global conduzido pela consultoria Ocean Tomo demonstra que os ativos intangíveis — categoria que engloba reputação, capital intelectual, governança e valor de marca — representam atualmente cerca de 90% do valor das empresas listadas no índice S&P 500. A predominância de elementos não físicos exige que as organizações comprovem sua credibilidade pública antes de rodadas de investimento ou aberturas de capital.

    A verificação desses ativos ocorre na fase de "due diligence", auditoria executada por fundos institucionais e compradores antes da injeção de capital. No mercado de capitais, a ausência de um histórico público de uma organização nos veículos de comunicação especializados gera assimetria de informação. Este cenário pode ser precificado pelos analistas como risco gerencial. Como consequência, investidores tendem a aplicar taxas de desconto (deságio) sobre o valuation apresentado pela empresa negociada para compensar a falta de validação externa.

    "A presença orgânica de uma companhia e de seu corpo executivo nos grandes veículos de economia e negócios atua como um mitigador direto de risco. Quando um fundo avalia duas empresas com balanços semelhantes, aquela que dita as tendências do setor na imprensa é percebida com maior índice de governança e transparência, o que ajuda a defender o seu valor de mercado contra deságios", analisa Liane Leonel, sócia-diretora da agência MALI Content.

    A inserção de executivos para fornecer dados da indústria ao jornalismo de negócios também reflete no chamado "ágio de liderança" (prêmio). Em processos de fusão ou aquisição, entidades que possuem a narrativa validada de forma independente pelos meios de comunicação costumam atrair propostas com prêmio sobre o valor contábil, uma vez que o comprador adquire, além da operação, a autoridade de mercado da marca.

    "A construção desse ativo intangível não ocorre na véspera de uma negociação. Para que a reputação institucional anule a assimetria de informação e proteja o capital, o relacionamento da companhia com a imprensa deve ser estruturado com antecedência. O mercado financeiro adquire previsibilidade e autoridade consolidada", explica Maira Escovar, também sócia-diretora da MALI Content.

    O alinhamento estrutural entre a operação financeira de uma companhia e a sua respectiva estratégia de Relações Públicas (PR) funciona como um recurso técnico de gestão para sustentar negociações. A comunicação corporativa baseada em dados e análises setoriais elimina o uso de linguagem comercial e estabelece um registro público de referências no ecossistema empresarial.

    Sobre a MALI Content

    A MALI Content é uma agência de comunicação corporativa e Relações Públicas voltada ao ecossistema B2B (Business to Business). A empresa atua na estruturação da reputação institucional e na construção de autoridade de marca para companhias interessadas no relacionamento direto com a imprensa de negócios e com fundos do mercado financeiro.

    Mais informações podem ser encontradas no site oficial: www.malicontent.com.br

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