Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Modelo cooperativo chega a nove países e 100 mil clientes
    • Black Friday consolida compra mais planejada no Brasil
    • Agrolend origina R$ 3 bilhões em crédito
    • Expande promove evento híbrido sobre 5×2 e reforma tributária
    • Equaliv lança novo site com navegação intuitiva, experiências personalizadas e mais conteúdo sobre saúde e bem-estar
    • Trained Therapeutix Discovery nomeia Andrew Glass como diretor-executivo
    • Alimentos e fármacos mostram oportunidades de negócios
    • Framework Digital é reconhecida pelo GPTW 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Últimas»Reciclagem de alumínio ganha peso estratégico com demanda em alta e oferta pressionada
    Últimas

    Reciclagem de alumínio ganha peso estratégico com demanda em alta e oferta pressionada

    No Dia Nacional da Reciclagem do Alumínio (28/10), ABAL destaca que 54% do metal consumido no Brasil em 2025 veio da reciclagem e que o país é referência mundial em economia circular
    JoaoBy Joao29 de outubro de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Nas latas de alumínio para bebidas, Brasil mantém índices de reciclagem acima de 96% há mais de 15 anos. Foto: Divulgação/ ABAL
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    O mercado global de alumínio vive um momento de forte tensão entre oferta e demanda, e a reciclagem surge como uma das respostas mais eficientes para enfrentá-la. A guerra no Golfo Pérsico, região que responde por cerca de 10% da produção mundial, e a escalada tarifária promovida pelos Estados Unidos desorganizaram rotas e fluxos comerciais, pressionando ainda mais a oferta. O resultado já aparece nos números: a CRU, consultoria global de inteligência de mercado focada em commodities como mineração e metais, estima que o déficit global de alumínio alcançou 647 mil toneladas no segundo trimestre de 2026.

    É nesse cenário que a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) reforça a comemoração, nesta quarta-feira (28), do Dia Nacional da Reciclagem do Alumínio, data instituída pela entidade há 23 anos para reconhecer uma das cadeias mais bem estruturadas do país.

    Segundo o International Aluminum Institute (IAI), a demanda global por alumínio deve crescer 40% até 2030, impulsionada pela transição energética em setores como transporte, construção civil e geração de energia, todos fortemente dependentes do metal e engajados na redução de emissões. Para atender a esse aumento, a reciclagem será fundamental: por ser um material que pode ser reciclado infinitas vezes sem perder suas propriedades, o alumínio permite ampliar a oferta sem depender exclusivamente da produção primária.

    Nesse contexto, o Brasil tem uma posição de destaque. Nas latas de alumínio para bebidas, o Brasil mantém há mais de 15 anos índices de reciclagem acima de 96%, o que o coloca entre os líderes mundiais e o consolida como referência em economia circular.

    Em 2025, 54% de todo o alumínio consumido no país vieram da reciclagem. Além das latinhas, entram nessa conta resíduos de diferentes produtos, dos segmentos de construção civil, transporte e bens duráveis, incluindo as aparas da indústria. Essa estrutura diversificada garante segurança de suprimento como fonte complementar ao alumínio primário, no momento em que a oferta internacional está sob pressão.

    A vantagem também é de eficiência energética. Cada tonelada de alumínio reciclado economiza cerca de 95% da energia utilizada na produção primária, o que contribui diretamente para a redução de emissões de carbono e para a descarbonização das cadeias que utilizam o metal.

    “Em um cenário de demanda crescente, déficit de oferta e instabilidade geopolítica, a sucata de alumínio deixa de ser apenas um resíduo e se consolida como insumo estratégico. O Brasil tem uma cadeia de reciclagem eficiente e consolidada, e nosso desafio é garantir que esse diferencial continue sendo competitivo e atenda em primeiro lugar a economia nacional”, afirma Janaina Donas, presidente-executiva da ABAL.

    ABAL Associação Brasileira do Alumínio Descarbonização Dia Nacional da Reciclagem do Alumínio Economia Circular Eficiência Energética Indústria do alumínio Mercado global de alumínio Reciclagem de alumínio sustentabilidade
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Equaliv lança novo site com navegação intuitiva, experiências personalizadas e mais conteúdo sobre saúde e bem-estar

    5 de novembro de 2026

    Caravana Nacional da Cooperação Judiciária chega a Brasília sobre os impactos da litigância abusiva

    5 de novembro de 2026

    MOSTRA DAS NAÇÕES REÚNE CULTURA, SABORES E TRADIÇÕES DO MUNDO NO LARGO DA BATATA

    5 de novembro de 2026

    Economia circular: 57% das indústrias utilizam ao menos uma prática de sustentabilidade, aponta CNI

    5 de novembro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.