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    Home»Notícias Corporativas»Cirurgia refrativa amplia autonomia visual após os 40
    Notícias Corporativas

    Cirurgia refrativa amplia autonomia visual após os 40

    DinoBy Dino6 de julho de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    Entre 60% e 80% dos casos de deficiência visual podem ser evitados ou tratados, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados pelo Ministério da Saúde (MS), que apontam cerca de 285 milhões de pessoas com a visão prejudicada em todo o mundo. A publicação indica que, no Brasil, mais de 35 milhões de pessoas têm algum grau de dificuldade visual e cita a presbiopia — também conhecida como vista cansada — entre as causas mais comuns.

    A condição é um erro refrativo relacionado ao processo de envelhecimento, causado pela perda gradual da flexibilidade do cristalino — lente natural do olho —, o que compromete a capacidade de ajustar o foco para a visão de perto. Segundo publicação na PubMed Central, a maioria das pessoas perde progressivamente essa função por volta dos 50 anos, e a correção de erros refrativos pode ser feita por meio da cirurgia refrativa da córnea ou da cirurgia refrativa do cristalino.

    O Dr. Guy Romaguera Canto, médico oftalmologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa, revela que os principais motivos que levam pacientes dessa faixa etária a buscar o procedimento são a busca por maior independência dos óculos e lentes de contato, praticidade no dia a dia e melhora da qualidade de vida. "Muitos pacientes relatam dificuldade para praticar esportes, dirigir ou desempenhar atividades profissionais utilizando correção óptica", conta.

    Para o especialista, atualmente pessoas nessa fase da vida passaram a valorizar mais o conforto visual e a liberdade de não depender constantemente dos óculos. Em paralelo a isso, os avanços tecnológicos dos últimos anos expandiram as possibilidades de tratamento para esse público. "O desenvolvimento de lentes intraoculares modernas ampliou significativamente as opções para pacientes acima dos 40 anos, possibilitando correções que antes não eram viáveis", explica o Dr. Guy Romaguera Canto.

    Segundo o artigo da PubMed Central, a cirurgia refrativa tornou-se uma área altamente especializada da oftalmologia e permite a correção permanente dos erros refrativos com poucas complicações. O estudo destaca que as técnicas disponíveis para procedimentos na córnea e no cristalino apresentam resultados considerados seguros, eficazes, previsíveis e confiáveis, além de critérios reconhecidos de custo-benefício.

    "A evolução dos equipamentos diagnósticos e das técnicas cirúrgicas permitiu avaliações cada vez mais precisas e tratamentos mais personalizados. Hoje conseguimos oferecer soluções mais seguras, previsíveis e adaptadas ao estilo de vida de cada pessoa, aumentando a satisfação e a qualidade visual após o procedimento", declara o oftalmologista.

    Indicações e técnicas cirúrgicas

    Segundo o médico, a cirurgia refrativa pode ser realizada com segurança após os 40 anos, já que a idade, por si só, não é uma contraindicação para o procedimento. De acordo com ele, o protocolo é avaliar a saúde ocular do paciente, a estabilidade do grau, a qualidade da córnea e a presença ou não de alterações no cristalino. "Com uma avaliação oftalmológica completa, muitos pacientes acima dos 40 anos podem realizar o procedimento com segurança e excelentes resultados", evidencia.

    Conforme esclarece o Dr. Guy Romaguera Canto, ao indicar uma cirurgia refrativa nessa faixa etária, é fundamental discutir as expectativas do paciente e as alternativas disponíveis para proporcionar maior independência de óculos ou lentes de contato, tanto para longe quanto para perto. Ele enfatiza que a decisão deve ser individualizada, após exames detalhados e uma conversa cuidadosa sobre os objetivos visuais do paciente.

    O profissional acrescenta que, dentre as diferentes estratégias de individualização disponíveis, estão técnicas de monovisão — um olho é ajustado para visão de longe e outro para distâncias mais próximas —, além da cirurgia de troca do cristalino com implante de lentes intraoculares de tecnologia avançada, capazes de proporcionar visão funcional em múltiplas distâncias. Segundo ele, a escolha depende da idade, do grau, das características oculares e das necessidades visuais de cada pessoa.

    "Quando a condição do cristalino permanece transparente e saudável, a cirurgia refrativa corneana costuma ser uma excelente opção para corrigir o grau. Entretanto, quando já existem sinais de envelhecimento do cristalino, perda de qualidade visual ou início de catarata, a troca do cristalino pode oferecer benefícios mais completos e duradouros", detalha o especialista.

    Para mais informações, basta acessar: guycanto.com.br/

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