Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Diogo Ferraz assume cargo de conselheiro da ABRAHM
    • GPTW reforça qualidade do ambiente de trabalho
    • ANS define reajustes de contratos antigos de planos de saúde
    • Abrasel firma parceria para fortalecer presença digital
    • NIQ conclui aquisição da unidade de negócios de dados e insights de e-commerce da Flywheel na China e no Sudeste Asiático, expandindo suas capacidades de inteligência em comércio digital
    • Estudo da Riskified: a IA impulsiona um crescimento nas viagens de verão, mas a segurança ineficiente e o medo de golpes ameaçam as conversões para os comerciantes
    • Grupo CALONE® viabiliza contratação de Zetti para campanha da UniCesumar com o São Paulo
    • Gazin busca arrecadação recorde na 6ª ‘Pintando o 7’
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Desinformação no crédito agrava superendividamento no Brasil
    Notícias Corporativas

    Desinformação no crédito agrava superendividamento no Brasil

    DinoBy Dino1 de julho de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    O superendividamento das famílias brasileiras atingiu patamares históricos. Segundo levantamento da Serasa, mais de 80 milhões de brasileiros encerraram 2025 inadimplentes, marca que se manteve pelo 11º mês consecutivo. Já a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela CNC, aponta que 79,5% das famílias tinham dívidas em janeiro de 2026, o maior percentual já registrado.

    Embora a falta de renda seja um fator relevante, o problema vai além. A multiplicação de ofertas de crédito, como empréstimos, financiamentos, consórcios e cartões, tem levado muitos consumidores a tomar decisões financeiras mal informadas, focando apenas no valor da parcela e ignorando o custo total da operação.

    De acordo com Geraldo Majela, CEO da BKOpen, o superendividamento é resultado de uma combinação de fatores estruturais e comportamentais. "Mesmo em cenários de melhora parcial da economia, muitas famílias ainda convivem com renda pressionada, inflação em serviços essenciais e alto custo do crédito. Ao mesmo tempo, houve uma expansão significativa da oferta nos canais digitais, tornando o acesso mais fácil e imediato".

    "O problema é que, muitas vezes, o consumidor toma decisões financeiras focado na necessidade do curto prazo, sem avaliar completamente o impacto futuro das parcelas no orçamento", acrescenta.

    Segundo o executivo, essa falta de clareza gera um efeito acumulativo que compromete a saúde financeira ao longo do tempo. Juros compostos, prazos longos e custos adicionais multiplicam o valor final pago. "O custo efetivo total inclui encargos, seguros e tarifas que nem sempre são percebidos com clareza. Isso pode gerar a falsa sensação de que o crédito é acessível, quando, na prática, compromete uma parcela relevante da renda futura", completa.

    Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil mostram que a busca por crédito cresceu 3,51% em janeiro de 2026 em relação ao mesmo mês de 2025. Embora o aumento da digitalização tenha ampliado o acesso ao crédito, ele também trouxe novos desafios. Para Majela, o excesso de ofertas pode confundir o consumidor.

    "Hoje, as pessoas recebem propostas constantemente via aplicativos, redes sociais, bancos e fintechs. Os produtos financeiros possuem estruturas complexas, com diferentes taxas, prazos e custos indiretos. Sem ferramentas adequadas de comparação e educação financeira, o consumidor pode acabar escolhendo soluções incompatíveis com sua capacidade de pagamento", avalia o CEO.

    Mudança de comportamento e desafios do crédito digital

    Nos últimos anos, o consumidor se tornou mais digital e autônomo, buscando informação antes de contratar crédito. No entanto, Majela ressalta que a facilidade de contratação online acelerou as decisões financeiras. "Muitas vezes, a contratação é feita em poucos minutos pelo celular. O desafio do mercado hoje é equilibrar conveniência com transparência e educação financeira", alerta.

    Nesse cenário, plataformas digitais têm desempenhado papel fundamental ao organizar informações complexas de maneira clara e personalizada. "Com apoio de dados e inteligência analítica, é possível apresentar opções alinhadas ao perfil financeiro do consumidor, sua capacidade de pagamento e objetivos. A tecnologia permite simulações transparentes, visualização do impacto das parcelas e comparação entre diferentes cenários de crédito", explica o executivo.

    Ele destaca que soluções como a BKOpen atuam justamente para simplificar a jornada de escolha de produtos financeiros. "Nosso objetivo é usar tecnologia para tornar o acesso à informação mais transparente, permitindo que o consumidor compare opções de forma inteligente e contextualizada. Quanto maior a clareza e a personalização da experiência, maior também a capacidade de tomar decisões financeiras seguras e conscientes", finaliza.

    Para saber mais, basta acessar: https://bkopen.com/

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Diogo Ferraz assume cargo de conselheiro da ABRAHM

    1 de julho de 2026

    GPTW reforça qualidade do ambiente de trabalho

    1 de julho de 2026

    ANS define reajustes de contratos antigos de planos de saúde

    1 de julho de 2026

    Abrasel firma parceria para fortalecer presença digital

    1 de julho de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.