Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Grupo NTSec reforça presença estratégica na Bahia com participação no Congresso SUCESU BA 2026
    • 16º WSSO: abertura reforça a demanda por segurança e colaboração na indústria 4.0
    • Distrito Itaqui recebe primeira empresa residente e avança na consolidação de ecossistema de inovação
    • 5 estratégias para aumentar a lucratividade no varejo neste ano
    • No Beco das Garrafas, Bottle ‘s Bar, Marvio Ciribelli recebe a cantora Isabella Antunes para noite de Homenagens a Sérgio Mendes, João Donato, Jorge Ben-Jor, Caetano Veloso e Tom Jobim
    • Um Brasil abaixo de zero grau, em plena Zona Oeste carioca
    • Ainda dá tempo de solicitar a dupla cidadania portuguesa antes da regulamentação da nova lei
    • Fortegra conclui aquisição pela DB Insurance
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Modernização de sistemas críticos avança no setor financeiro
    Notícias Corporativas

    Modernização de sistemas críticos avança no setor financeiro

    DinoBy Dino5 de maio de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    A modernização de sistemas críticos tem se consolidado como prioridade estratégica no setor financeiro brasileiro, diante do avanço da digitalização e da crescente complexidade operacional. Esse foi o pano de fundo de discussões realizadas durante o TQI Summit 2026, evento que ocorreu no dia 23 de abril e reuniu lideranças do setor para analisar os desafios da transformação tecnológica em ambientes de alta complexidade.

    Entre os principais pontos debatidos, destacou-se a percepção de que a modernização tecnológica passou a ser tratada como um fator determinante para a competitividade, com impactos diretos na eficiência, na mitigação de riscos e na capacidade de crescimento das instituições. Nesse contexto, o avanço da inteligência artificial (IA) foi apontado como dependente de fundamentos ainda em desenvolvimento em muitas organizações, como qualidade de dados, arquitetura tecnológica e capacidade de execução.

    Durante os debates, especialistas ressaltaram que a gestão da inovação em ambientes críticos exige equilíbrio entre competitividade, segurança e eficiência operacional. A discussão também enfatizou a importância de priorizar iniciativas com geração de valor mensurável e de conduzir a evolução tecnológica de forma estruturada, com governança orientada por métricas e alinhamento estratégico. Além disso, foram apresentados exemplos de aplicações práticas de inteligência artificial com ganhos de produtividade, bem como a relevância da cooperação entre instituições para o fortalecimento da segurança cibernética.

    Para Mário Anseloni, CEO da TQI, o evento evidenciou um amadurecimento da agenda tecnológica no setor financeiro. "A modernização deixou de ser uma discussão restrita à tecnologia e passou a ocupar um papel central na estratégia das instituições, com impacto direto na capacidade de responder a mudanças de mercado e de sustentar crescimento com eficiência", afirmou.

    Outro ponto relevante foi o papel dos sistemas legados, reconhecidos como ativos estratégicos por sustentarem operações e concentrarem regras de negócio críticas. Segundo Wallace Jagiello, executivo do Bradesco, Luiz Henrique Freitas, do Tribanco, e Mário Anseloni, CEO da TQI, a modernização desses sistemas tende a ocorrer de forma gradual, combinando controle de custos, governança eficiente e preservação do conhecimento técnico, especialmente diante de desafios como retenção de talentos.

    Os debates também trouxeram uma visão prática sobre os riscos envolvidos na transformação tecnológica, incluindo impactos operacionais e a necessidade de planejamento rigoroso. A participação da alta gestão e dos conselhos foi apontada como essencial para a tomada de decisões estratégicas, assim como a formação de profissionais qualificados para sustentar a evolução tecnológica contínua.

    Outro tema abordado foi o chamado "custo invisível" da não modernização, relacionado à perda de competitividade, à redução da capacidade de inovação e ao aumento da exposição a vulnerabilidades. Também foram destacadas dificuldades na atração e retenção de talentos, associadas a ambientes tecnológicos defasados.

    Nesse cenário, a modernização incremental foi apontada como abordagem mais viável, com foco em entregas concretas e alinhamento às estratégias de negócio. Os painéis indicaram ainda que a arquitetura tecnológica desempenha papel central na geração de valor, ao viabilizar escalabilidade, segurança e integração entre sistemas.

    A transformação também foi associada ao crescimento das organizações, com destaque para a importância de métricas claras, experimentação estruturada e integração entre áreas de tecnologia e negócio. Outro eixo relevante foi a discussão sobre o uso de nuvem e inteligência artificial em ambientes de missão crítica. Especialistas apontaram que modelos híbridos tendem a se consolidar como alternativa pragmática, equilibrando inovação e segurança. Além disso, foi ressaltada a importância de avaliar com profundidade o custo total das transformações, especialmente em processos de migração tecnológica. O cenário apresentado reforça a necessidade de maior agilidade na tomada de decisão e de capacidade contínua de adaptação, diante de um ambiente marcado por mudanças rápidas e disrupção tecnológica.

    Ao longo das discussões, observou-se convergência em torno da ideia de que a modernização de sistemas críticos não se limita à atualização tecnológica, mas envolve garantir robustez operacional, produtividade e capacidade de resposta às transformações do setor.

    O movimento ocorre em um contexto de maior pressão regulatória, intensificação da concorrência e avanço acelerado de novas tecnologias, fatores que ampliam a necessidade de evolução estrutural nas instituições financeiras.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Fortegra conclui aquisição pela DB Insurance

    29 de maio de 2026

    BeOne Medicines estabelece padrão para controle de longo prazo da doença em LLC com dados de 78 meses de BRUKINSA no ASCO 2026

    29 de maio de 2026

    ExaGrid conquista 5 prêmios do setor no Network Computing Awards 2026

    29 de maio de 2026

    Transição energética avança apesar das tensões globais

    29 de maio de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.