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    Home»Notícias Corporativas»Mulheres são maioria nos CSCs, mas liderança segue desigual
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    Mulheres são maioria nos CSCs, mas liderança segue desigual

    DinoBy Dino29 de abril de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    Segundo levantamento recente da MIA, solução de inteligência integrada à plataforma IEG Analytics do IEG, as mulheres representam 60% da força de trabalho nos Centros de Serviços Compartilhados (CSCs). No entanto, embora tenham presença expressiva nas equipes, sua participação em cargos de liderança é proporcionalmente menor quando comparada ao conjunto de profissionais do setor.

    Conforme apontam os dados, a maior parte dos CSCs (42%) informou que as mulheres ocupam entre 26% e 50% das posições de liderança. Em seguida, 29% indicaram que a participação feminina nesses cargos fica entre 0% e 25%.

    Pedro Moi, sócio do IEG e responsável pela MIA, explica que os CSCs reúnem operações que vão desde atividades transacionais até processos de maior complexidade. Segundo ele, são áreas que contam com uma presença feminina já consolidada. "Além disso, grande parte dos CSCs já possui iniciativas de diversidade e inclusão, o que pode ter contribuído para fortalecer e ampliar a participação das mulheres no setor", analisa.

    O executivo também destaca que os CSCs têm promovido maior eficiência, padronização e integração de processos críticos nas organizações. Ao centralizar operações de áreas como finanças, recursos humanos e contabilidade, as empresas passam a estruturar suas atividades com foco em visão analítica e gestão integrada. "Esse movimento também abre espaço para discussões sobre diversidade e desenvolvimento profissional em diferentes níveis hierárquicos", pontua.

    Liderança feminina ainda enfrenta desafios

    Apesar da presença significativa nas equipes, Pedro Moi avalia que ainda há espaço para ampliar a participação feminina em cargos de liderança nos CSCs. Ele ressalta que os dados indicam uma redução gradual da representatividade feminina à medida que se avança para níveis mais altos de gestão.

    Segundo o empresário, a chegada das mulheres a posições estratégicas ainda encontra obstáculos. "Entre os principais desafios estão a necessidade de políticas mais estruturadas de desenvolvimento de lideranças femininas e a ampliação de oportunidades reais de crescimento dentro das organizações", afirma.

    Com o objetivo de superar essas barreiras, muitas empresas têm adotado programas de capacitação, desenvolvimento de lideranças e políticas de diversidade voltadas ao fortalecimento da presença feminina em diferentes níveis hierárquicos. Essas iniciativas buscam incentivar o desenvolvimento profissional e ampliar as oportunidades de crescimento.

    Esse conjunto de ações tem sido associado à evolução dos indicadores de participação feminina nos CSCs, contribuindo também para processos de tomada de decisão mais diversos e representativos. "Os dados mostram avanços relevantes na composição das equipes, ao mesmo tempo em que indicam espaço para ampliar a presença feminina em posições de liderança", conclui Moi.

    Para mais informações, basta acessar: https://ieg.com.br/

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