[ad_1]
Por considerar que houve usurpação de competência do ministro Luiz Edson Fachin, relator de ações e impugnações no STF referentes à autodenominada “lava jato”, o ex-juiz e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro ingressou no Supremo com uma reclamação pleiteando a suspensão e revogação da decisão que liberou à defesa do ex-presidente Lula as mensagens obtidas pelo hacker Walter Delgatti.
A decisão que Moro tenta derrubar foi proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski, relator da reclamação 43.007. Delgatti foi preso pela Polícia Federal em uma investigação apelidada de operação spoofing, em 2019, quando Moro era ministro da Justiça do governo Bolsonaro. Parte das mensagens foi divulgada pelo The Intercept Brasil, na série de reportagens conhecida como “vaza jato”. Os diálogos apreendidos pela PF foram periciados e, após a decisão de Lewandowski, repassados à defesa de Lula.
A estratégia processual de Moro — representado nos autos por sua mulher, a advogada Rosangela Wolff Moro — é tentar forçar a distribuição de sua petição a um ministro que possa ter entendimento diferente do de Lewandowski.
Para tanto, utiliza-se da reclamação, ação que visa a preservar a competência da Corte e garantir a autoridade de suas decisões. Ocorre que a reclamação 43.007 — na qual houve a decisão de permitir à defesa de Lula o acesso aos diálogos da “vaza jato” — já havia sido distribuída, por prevenção, ao ministro Ricardo Lewandowski.
A defesa de Lula peticionou a reclamação 43.007 porque uma decisão da 2ª Turma da Corte &m…
[ad_2]
Source link
.
- Mercado de perfumes cresce com uso mais frequente no Brasil
- OMS declara emergência internacional por surto de ebola
- Lideranças buscam integrar dados e experiência humana
- TOTVS realiza evento online sobre carreira feminina em tech
- Com meta de 100% do PIB, fundos de pensão treinam diretores
- Facilities ganha protagonismo na gestão estratégica
- Leandro Karnal debate IA na saúde em evento no Rio
- Escovas técnicas integram protocolos de limpeza hospitalar