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    Home»juridico»O mito da imparcialidade
    juridico

    O mito da imparcialidade

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio8 de janeiro de 2021Nenhum comentário2 Mins Read
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    O dia 8 de janeiro é reconhecido por simbolizar o ‘Dia de Justiça’, fazendo alusão à mitologia romana. Nota-se, ‘de’ justiça e não da Justiça. 
    Diké, Dice ou Iustitia (‘Justiça’, em latim) se constitui filha de Zeus e Têmis, e elucida o lado ético do ser humano. Em razão das distinções existentes entre as mitologias grega e romana, Iustitia (romana) se difere de Dice ou Diké (grega) na medida em que aquela possui vendas e a última, além de não usar um pano que a vende, está descalça, a fim de representar um compromisso com a verdade.
    O que expõe maior distância entre as duas deusas é a imagem da espada e da balança. Enquanto a representação grega se encontra com a balança em uma mão e a espada em outra, Justiça, ou Iustitia, prefere a prática do ‘jus-dicere’, tendo a balança segurada nas duas mãos. Em consequência, a espada é apenas apoiada, em posição de inércia, podendo ser utilizada quando for preciso.
    A ideia empregada pelos romanos visa neutralidade e igualdade ao decidir, bem como a ideia moral do que seria um comprometimento com a veracidade dos fatos. É possível notar em qualquer órgão do Poder Judiciário um retrato, pintura ou pequena escultura que homenageie a Deusa. Roma, berço inicial do Direito, ecoa até os dias hodiernos. 
    Diante da complexidade dos eventos atuais e do mundo em que vivemos, é possível pensar na representação da Justiça como neutra? O Direito serve à Justiça?
    De acordo com Michel Foucault, considerado um dos principais pensadores do século XX, valendo-se de estudos acerca da psicanálise, direito, medicina e de d…

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