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    Meio & NegócioBy Meio & Negócio28 de dezembro de 2020Nenhum comentário2 Mins Read
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    Há algum tempo, os valores que as empresas direcionavam aos advogados eram entendidos como um custo: buscava-se sempre o que fosse mais barato. Com o passar dos anos, a mentalidade empresarial foi se alterando e, atualmente, o mercado não se posiciona mais dessa maneira.
    A razão para isso é a percepção do meio empresário de que realizar esse investimento da maneira correta pode alavancar a empresa. Alavancar significa, em outras palavras, favorecer o desenvolvimento de alguma coisa. E como o advogado conseguiria alavancar uma empresa que sequer é sua?
    Não é incomum vermos os seguintes tópicos em algumas discussões entre conhecidos: (i) alguém que abriu uma empresa com outra pessoa “de boca” (sem formalizar qualquer coisa) e, no futuro, deu problema; (ii) alguém que investiu em um negócio sem saber qual era a sua real situação e se envolveu em dívidas altíssimas; (iii) um(a) amigo(a) que abriu uma empresa e a colocou no nome de um terceiro, porque seu nome estava “sujo” e, depois, esse terceiro quis a empresa para ele, pois assim estava no papel.
    Em minha vida profissional, todas essas situações já me foram narradas por indivíduos com problemas reais e não há nada mais triste que o sonho de um empreendedor não se realizando pelo que antes era considerado um “mero detalhe”.    
    Se empreender sempre foi considerada uma atividade de risco, em tempos pandêmicos isso é ainda mais verdade. O empreendedor já possui muitas pessoas a sua volta duvidando de seu potencial, colocando problemas na frente de soluções e querendo ensiná-lo a gerir o que ele mesmo construiu.     
    O planejamento jurídico de excelência busca tirar grande parte desses problemas da frente ao mostrar cla…

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