O pistache ganhou espaço na gastronomia brasileira nos últimos anos, aparecendo em chocolates, sobremesas, bebidas e receitas que se popularizaram nas redes sociais. Na Gelato Borelli, porém, o ingrediente faz parte do cardápio desde 2013, quando a marca inaugurou sua primeira unidade em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Treze anos depois, o Pistacchio ocupa a primeira posição entre os sabores mais vendidos da rede, que atualmente utiliza cerca de cinco toneladas de sementes de pistache por mês, o equivalente a 60 toneladas por ano.
A presença do ingrediente desde a fundação acompanha uma transformação mais ampla nos hábitos de consumo. Antes associado principalmente à confeitaria e à tradição italiana, o pistache passou a aparecer em diferentes categorias e combinações. Na Borelli, o sabor permaneceu no portfólio durante esse movimento e ganhou novas versões, acompanhando tanto a expansão da rede quanto o interesse dos consumidores por diferentes formatos.
Entre janeiro e setembro de 2025, a Borelli comercializou 38,7 toneladas de produtos finalizados com pistache, movimentando R$ 12,6 milhões. Já na comparação entre os mesmos períodos de 2024 e 2026, o volume passou de 31,7 para 34,6 toneladas, crescimento de 9,1%. Os números consideram produtos que levam o ingrediente, não apenas o gelato tradicional.
“O pistache está presente na Borelli desde a nossa primeira loja, quando ainda não tinha a popularidade que vemos hoje. Ao longo desses 13 anos, acompanhamos o crescimento do interesse pelo ingrediente e também ampliamos as formas de apresentá-lo aos consumidores. É um sabor que faz parte da nossa história e que continua abrindo espaço para novas combinações”, afirma Tony Miranda, CEO da Gelato Borelli.
Do gelato tradicional às versões com proteína
O Pistacchio foi um dos sabores do primeiro cardápio da Borelli, em 2013, ao lado de uma versão zero adição de açúcar, também disponível desde a fundação. Ao longo dos anos, o ingrediente passou a aparecer em diferentes produtos e combinações. Mais recentemente, essa variedade também chegou ao segmento de produtos proteicos. Em parceria com a Mais Mu, a Borelli desenvolveu o Pistacchio Perfetto proteico, um gelato proteico de pistache e lançou um whey protein do mesmo sabor, ampliando a presença do ingrediente para além das versões tradicionais de gelato. As novidades acompanham a diversificação das ocasiões de consumo e a procura por produtos com diferentes características nutricionais.
A produção começa com sementes de pistache importadas de regiões como Turquia, Irã e Califórnia, nos Estados Unidos. Na Casa do Sabor, estrutura produtiva da Borelli, a matéria-prima passa por torrefação por gravidade e moagem em equipamento específico para a obtenção das pastas utilizadas nos gelatos. O processo busca preservar as características naturais do ingrediente e sua intensidade de sabor.
Com a expansão da Borelli, que passou de uma unidade em 2013 para 260 lojas em 2026, também aumentou a necessidade de processamento e abastecimento de pistache. Segundo a empresa, a capacidade produtiva foi ampliada e a aquisição de matéria-prima acompanhou o crescimento da rede, sem registros de falta do ingrediente.
Ao completar 13 anos, em outubro, a Borelli reúne diferentes momentos dessa trajetória em torno de um mesmo sabor. Do Pistacchio apresentado no primeiro cardápio às versões zero adição de açúcar e proteicas, o ingrediente acompanha a evolução do portfólio e permanece como o mais vendido da rede, mesmo após mais de uma década de mudanças nas tendências gastronômicas.

