Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Modelo cooperativo chega a nove países e 100 mil clientes
    • Black Friday consolida compra mais planejada no Brasil
    • Agrolend origina R$ 3 bilhões em crédito
    • Expande promove evento híbrido sobre 5×2 e reforma tributária
    • Equaliv lança novo site com navegação intuitiva, experiências personalizadas e mais conteúdo sobre saúde e bem-estar
    • Trained Therapeutix Discovery nomeia Andrew Glass como diretor-executivo
    • Alimentos e fármacos mostram oportunidades de negócios
    • Framework Digital é reconhecida pelo GPTW 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Tecnologias tornam tratamentos anorretais menos invasivos
    Notícias Corporativas

    Tecnologias tornam tratamentos anorretais menos invasivos

    DinoBy Dino5 de novembro de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Um estudo internacional publicado em 2025, intitulado "Worldwide prevalence of haemorrhoids: a systematic review and meta-analysis", analisou 150 estudos de 45 países, abrangendo mais de 8 milhões de indivíduos. Os resultados indicaram que a prevalência global de doença hemorroidária é de 25,92%, sendo maior em mulheres (27,33%) do que em homens.

    A coloproctologia vive uma transformação técnica, com uso crescente do laser. Hemorroidas, fissuras, plicomas e cistos pilonidais, historicamente ligados a cirurgias de difícil recuperação, hoje contam com abordagens que preservam mais a anatomia e reduzem o desconforto pós-operatório.

    A Dra. Fabiana Orozco, cirurgiã com mais de 25 anos de atuação em cirurgia geral e coloproctologia, com consultório em Moema, em São Paulo, explica como essas tecnologias vêm sendo aplicadas na prática clínica. "A coloproctologia mudou bastante nos últimos anos. Hoje, sempre que possível, buscamos tratar as doenças preservando ao máximo a anatomia e a função da região anal, com procedimentos menos traumáticos e recuperação mais confortável", afirma.

    Segundo a especialista, a evolução ocorreu tanto nas cirurgias intestinais, com laparoscopia e cirurgia robótica, quanto no tratamento das doenças anorretais, apoiado em laser de CO₂ e diodo, desarterialização hemorroidária e toxina botulínica. "O avanço está em saber escolher a técnica mais adequada para cada doença e cada paciente, evitando intervenções maiores quando não são necessárias", completa.

    Desarterialização hemorroidária

    Um dos métodos citados é a desarterialização hemorroidária transanal (DHT), que parte de um princípio diferente da cirurgia convencional: em vez de remover os mamilos hemorroidários internos, reduz o fluxo sanguíneo até eles, com auxílio de um aparelho com Doppler que localiza os ramos arteriais responsáveis pela irrigação. "Esses vasos são ligados de forma seletiva, reduzindo o volume das hemorroidas. Realizamos, ao mesmo tempo, a correção do prolapso, por meio de um lifting que fixa a mucosa retal, com sutura absorvível e sem corte", detalha a médica.

    Estudos científicos demonstram resultados favoráveis da DHT associada à mucopexia no componente interno e no prolapso, e do laser de CO₂ nas hemorroidas externas, com preservação dos tecidos e potencial para uma recuperação mais confortável.

    Laser de CO₂

    O laser de CO₂ funciona como instrumento cirúrgico de alta precisão, podendo substituir o bisturi convencional em determinadas situações. "Por permitir cortes precisos, com controle da profundidade de ação e coagulação simultânea dos pequenos vasos sanguíneos, o laser de CO₂ pode reduzir o sangramento durante o procedimento e contribuir para um pós-operatório mais confortável", explica a Dra. Fabiana Orozco.

    Sua aplicação é especialmente útil no tratamento de doenças que acometem a borda anal e os tecidos externos, como fissuras anais, plicomas, hemorroidas externas e condilomas, situações em que a precisão do corte e a preservação dos tecidos adjacentes são fundamentais. Nos plicomas anais, dobras de pele que podem causar desconforto, dificuldade de higiene e insatisfação estética, o laser de CO₂ permite a remoção do excesso de tecido por vaporização ou excisão.

    Toxina botulínica no tratamento da fissura anal

    Outro recurso é a toxina botulínica, empregada com finalidade funcional e terapêutica, sem relação com uso estético. "Sua principal ação é promover um relaxamento temporário do esfíncter anal, reduzindo a pressão e o espasmo muscular, que podem estar relacionados à dor e à dificuldade de cicatrização", informa. O relaxamento favorece a circulação local e a cicatrização, especialmente em casos de fissura anal crônica.

    Uma revisão sistemática sobre técnicas a laser em fístulas anais destaca a preocupação em preservar o esfíncter e a continência, princípio semelhante ao que orienta o uso da toxina. "Como seu efeito é temporário, a toxina reduz a pressão do esfíncter sem uma secção cirúrgica definitiva da musculatura, como na esfincterotomia", pontua a médica.

    Laser de diodo

    O laser de diodo também ganha espaço no tratamento de fístulas anais e cistos pilonidais, como alternativa minimamente invasiva em casos selecionados. Nas fístulas, a energia do laser é aplicada por meio de uma fibra óptica introduzida no trajeto fistuloso, promovendo sua coagulação e fechamento progressivo, sem a necessidade de seccionar a musculatura esfincteriana. Já nos cistos pilonidais, o laser atua na destruição do tecido que reveste os trajetos, favorecendo sua cicatrização, com incisões menores e preservação dos tecidos ao redor.

    "São técnicas que buscam reduzir o trauma cirúrgico e preservar a anatomia, embora os resultados dependam da complexidade da doença e da seleção adequada dos pacientes", explica a Dra. Fabiana Orozco.

    Na maioria dos casos, as cirurgias proctológicas ocorrem em ambiente hospitalar, sob anestesia, com alta no mesmo dia ou em até 24 horas. Nos primeiros dias, é comum haver desconforto e sensação de peso no reto, o tenesmo, ligado ao edema local. "Muitos pacientes retomam atividades leves, como dirigir e trabalhar, em poucos dias", relata a Dra. Fabiana Orozco, que recomenda liberação individualizada para atividades físicas mais intensas, em geral, a partir de quatro semanas.

    A prevenção de novos episódios passa por hábitos evacuatórios equilibrados e alimentação adequada, com atenção à constipação e a episódios de diarreia frequente. "Sangramento ou dor anal não devem ser automaticamente atribuídos a hemorroidas. Sintomas persistentes precisam ser avaliados pelo coloproctologista para que o diagnóstico correto seja feito e o tratamento iniciado precocemente", alerta.

    A combinação de tecnologias a laser, desarterialização hemorroidária e toxina botulínica amplia o leque de alternativas para tratar condições anorretais com menor agressão aos tecidos. "A escolha da técnica mais adequada para cada paciente segue sendo o fator determinante para o resultado do tratamento e para reduzir o receio que ainda afasta parte da população do consultório", assinala a Dra. Fabiana Orozco.

    Para mais informações, basta acessar: http://drafabianaorozco.com/

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Modelo cooperativo chega a nove países e 100 mil clientes

    5 de novembro de 2026

    Black Friday consolida compra mais planejada no Brasil

    5 de novembro de 2026

    Agrolend origina R$ 3 bilhões em crédito

    5 de novembro de 2026

    Expande promove evento híbrido sobre 5×2 e reforma tributária

    5 de novembro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.