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    Home»Notícias Corporativas»AI/R amplia visibilidade e controle de acesso à nuvem
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    AI/R amplia visibilidade e controle de acesso à nuvem

    DinoBy Dino29 de outubro de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    A consolidação do trabalho remoto e híbrido, o uso crescente de aplicações em nuvem e a necessidade de proteger dados e acessos de equipes distribuídas levaram a AI/R, empresa de tecnologia especializada em Agentic AI, a revisar sua arquitetura de cibersegurança. Com esse objetivo, em parceria com a AK Networks, a companhia implantou a plataforma Zscaler, com foco em proteção do acesso à internet e aplicações SaaS, e atualmente possui licenças para mais de 6.000 usuários.

    A tecnologia Zscaler permite inspecionar o tráfego, aplicar políticas de segurança com base em identidade e contexto, controlar aplicações, filtrar URLs, detectar ameaças e proteger dados. A adoção reduziu a dependência de VPNs tradicionais e ampliou a visibilidade sobre conexões entre dispositivos, aplicações e serviços em nuvem.

    "Precisávamos entender como arquivos e informações circulavam entre os dispositivos dos profissionais e os diferentes serviços em nuvem. Com esse entendimento, passamos a reconhecer riscos e estabelecer políticas de segurança mais adequadas a cada tipo de acesso", afirma Ronald Huppers, CISO da AI/R. Segundo ele, a mudança também respondeu às demandas próprias de uma operação distribuída. "As VPNs foram importantes durante anos, mas, depois da pandemia, já não acompanhavam as necessidades de uma operação que exige segurança, disponibilidade e agilidade", ressalta.

    Com a nova arquitetura, a empresa teve a possibilidade de identificar ferramentas, softwares, sites e plataformas utilizados pelos funcionários, analisar padrões de uso e estabelecer regras de controle. "A flexibilidade permite aplicar políticas diferentes conforme o projeto e o cliente, sem recorrer a bloqueios generalizados, algo fundamental quando se tem iniciativas com necessidades distintas. Ou seja, conseguimos abordar cada situação de acordo com o risco e as características da operação", explica o executivo.

    Considerando o avanço das IAs generativa e agêntica na AI/R, que inclui plataformas proprietárias para criação de agentes, aplicações multiagentes e bases de dados corporativas, a necessidade de monitorar soluções, mapear o tráfego e avaliar riscos se tornou crucial. "Hoje, precisamos conhecer quais plataformas estão sendo usadas pelos colaboradores e o nível de risco de cada uma delas", detalha Huppers. Nesse cenário, a arquitetura deve avaliar identidade, contexto, aplicação e risco para definir os acessos e controlar a circulação de informações.

    Para os usuários, a mudança simplificou o acesso, já que o agente da Zscaler atua diretamente no dispositivo e elimina a necessidade de conexão manual à VPN, tornando a proteção praticamente transparente.

    No projeto, a AK Networks adaptou a tecnologia às particularidades do negócio da AI/R. "A capacidade da AK Networks de compreender nossas demandas e adaptar a implementação aos prazos e às condições da companhia foi fundamental para os resultados. Afinal, uma parceria estratégica vai além da venda: envolve apoio antes, durante e depois da adoção de uma tecnologia complexa", enfatiza Huppers.

    Na visão de Sérgio Fabossi, CEO da AK Networks, trata-se de um projeto que representa a evolução do modelo tradicional de segurança digital, que deixou de se concentrar no perímetro corporativo e passou a considerar o usuário e o contexto de cada acesso. "Nossa atuação combina tecnologia e entendimento do negócio, ou seja, entender o ambiente, os desafios e as prioridades do cliente para fazer uma implementação adequada a cada operação", observa Fabossi.

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