A infraestrutura portuária brasileira enfrenta desafios para acompanhar o crescimento da movimentação de cargas. Segundo levantamento da consultoria Macroinfra importantes terminais como Santos (SP), Paranaguá (PR), Itajaí/Navegantes (SC) e Itapoá (SC), apresentam sinais de saturação, com risco de atingirem o limite de capacidade até 2030 caso projetos de expansão não avancem. Ao mesmo tempo, os gastos com logística no país devem alcançar R$ 2,2 trilhões em 2026, o equivalente a 16,1% do PIB, segundo estudo do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS).
O cenário amplia a pressão sobre empresas que dependem do transporte de mercadorias e do comércio exterior. Além dos gargalos de infraestrutura, o setor precisa lidar com custos crescentes e incertezas nos prazos de movimentação e entrega. De acordo com o ILOS, 69% das empresas consultadas esperam aumento dos custos de transporte em 2027, com alta média projetada de 9,6%.
Diante desse contexto, o Grupo IBL Logística coloca à disposição para entrevistas e comentários Fernando Balbino, diretor internacional de Comércio Exterior, e Marcos Landiosi, gerente de Projetos. Os porta-vozes podem abordar os impactos dos gargalos portuários sobre o comércio exterior, os desafios para o planejamento logístico, a gestão de riscos e as estratégias para reduzir custos, atrasos e interrupções nas operações.
