O avanço da inteligência artificial na área da saúde amplia as possibilidades de apoio ao diagnóstico, organização de prontuários e otimização do atendimento, mas também levanta questões sobre segurança, confiabilidade das informações e responsabilidade pelas decisões clínicas. Enquanto o Conselho Federal de Medicina (CFM) estabelece regras para o uso dessas ferramentas na prática médica, especialistas defendem o fortalecimento da regulação para acompanhar a velocidade de desenvolvimento e adoção das tecnologias.
A Resolução CFM nº 2.454/2026 determina que a inteligência artificial seja utilizada como ferramenta de apoio, mantendo sob responsabilidade do médico as decisões sobre diagnóstico, tratamento e prognóstico. A norma também prevê que o paciente seja informado sobre o uso relevante da tecnologia e estabelece cuidados com a confidencialidade e a segurança dos dados de saúde. Ao mesmo tempo, o debate sobre a atuação regulatória da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ganha força diante dos riscos de falhas, vieses algorítmicos e resultados imprecisos, especialmente quando sistemas são utilizados sem validação adequada ou monitoramento contínuo.
A CTC (empresa brasileira de tecnologia que oferece soluções em TI, outsourcing e infraestrutura para otimizar processos de negócios corporativos) disponibiliza porta-vozes para discutir os desafios da adoção responsável da inteligência artificial na saúde, os impactos da tecnologia na rotina dos profissionais e das instituições e a necessidade de conciliar inovação, segurança do paciente e proteção de dados.
Porta-vozes disponíveis:
• André Cripa, diretor de Tecnologia e Inovação: pode comentar as aplicações da inteligência artificial na saúde, as oportunidades de inovação, a integração de tecnologias aos sistemas existentes e os desafios para implementar soluções de maneira segura e eficiente.
• Dr. Henrique Serra, gerente de Informática Médica: pode abordar os impactos da IA na rotina clínica, o uso de ferramentas de apoio à decisão, a confiabilidade das informações geradas e a importância de manter a avaliação e a decisão final sob responsabilidade dos profissionais de saúde
• Dr. Leandro Souza, diretor jurídico: pode analisar os aspectos regulatórios e jurídicos do uso da IA na saúde, incluindo responsabilidades profissionais e institucionais, proteção de dados pessoais sensíveis, LGPD e os desafios de fiscalização e regulamentação dessas tecnologias.
