Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • KAYAK revela alternativas brasileiras a destinos de famosos
    • Leila Ferreira fala sobre cartas no Dia Mundial dos Correios
    • Feres Chaddad promove o Neuro University Summit 2026
    • Acceleronix e Valid levam gestão de eSIM SGP.32 com hospedagem local ao Brasil
    • Mercado de ensino experiencial crescerá 18,5% até 2032
    • Tecban inaugura primeiro Espaço Banco24Horas em Cuiabá
    • Agrolend Day debate crédito e futuro da distribuição
    • Dia Nacional de Prevenção à Obesidade serve de alerta
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Tireoide pode estar por trás de infertilidade e lipedema
    Notícias Corporativas

    Tireoide pode estar por trás de infertilidade e lipedema

    DinoBy Dino7 de outubro de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Hipotireoidismo, infertilidade e lipedema atingem uma parcela expressiva da população feminina e costumam levar anos até serem identificados. Um levantamento encomendado pela Sanofi estima que 4,7 milhões de brasileiros acima de 35 anos têm hipotireoidismo sem saber e que um quarto dos diagnosticados não se trata ou o faz de forma inadequada.

    No caso do lipedema, acúmulo desproporcional de gordura nas pernas e nos quadris acompanhado de dor e inchaço, frequentemente confundido com obesidade, um levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Lipedema (ABL) aponta que 12,3% das brasileiras apresentam sintomas compatíveis com a doença, o equivalente a cerca de 8,8 milhões de mulheres entre 18 e 69 anos.

    Para o Dr. Rodrigo Olmedo, médico com pós-graduação em Ciências da Longevidade Humana, os três quadros podem ter um ponto em comum: a deficiência dos hormônios produzidos pela tireoide, cujos sinais costumam ser atribuídos ao estresse, à rotina ou a outras doenças.

    "Parte do atraso começa na própria consulta, quando as queixas das pacientes não recebem a devida atenção. Na maioria das vezes, os exames laboratoriais de uma pessoa com hipotireoidismo não se alteram, e esta paciente apresenta vários sintomas do hipotireoidismo. É o que digo às minhas pacientes: eu não trato exames laboratoriais, eu trato paciente", compartilha.

    O mesmo estudo indica que o caminho até o diagnóstico e a terapia ideal leva cerca de oito meses. Dr. Rodrigo Olmedo chama atenção para o hormônio tireoestimulante (TSH), principal exame da glândula, que tem "uma margem de referência muito ampla". Uma revisão científica da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos lembra que essas faixas são definidas por critérios estatísticos e não consideram os sintomas de cada pessoa.

    Sinais que se espalham pelo organismo

    A diversidade de manifestações é um dos fatores que dificultam o reconhecimento do hipotireoidismo. "Todas as células do nosso corpo possuem receptores para o T3, um hormônio proveniente da glândula tireoide", detalha o Dr. Rodrigo Olmedo.

    Por esse motivo, segundo ele, a deficiência pode provocar unhas frágeis e quebradiças, queda de cabelo, facilidade para ganhar peso e dificuldade para perdê-lo, falhas de memória, desânimo, calcanhar ressecado, afinamento da cauda da sobrancelha, mãos e pés frios e redução do suor. O Manual MSD também lista cansaço, intolerância ao frio e ganho de peso entre os sintomas da doença.

    O médico acrescenta que dores articulares e musculares costumam levar ao diagnóstico de fibromialgia e que, em algumas pacientes, o inchaço se concentra nos membros inferiores, caracterizando o lipedema. Na esfera reprodutiva, ele associa a deficiência tireoidiana à dificuldade para engravidar, ao aborto, ao parto prematuro e à depressão pós-parto.

    Uma revisão narrativa recente reúne evidências de que as disfunções da tireoide interferem na função reprodutiva feminina. "A paciente nunca apresenta somente um sintoma, ou seja, ao passar pela reposição hormonal, a paciente tem a possibilidade de melhorar em diferentes áreas da sua saúde", observa.

    Diagnóstico que começa pela escuta

    Para o Dr. Rodrigo Olmedo, a principal diferença da abordagem integrativa está na ordem da investigação. "O importante para o diagnóstico do hipotireoidismo é deixar para avaliar o exame laboratorial por último. Apesar de serem muito importantes os exames laboratoriais, mais importante ainda é o paciente, ou seja, ouvir o que o paciente tem a dizer, fazer as perguntas corretas e interpretá-las dentro de um contexto", afirma.

    Antes da primeira consulta, as pacientes medem a temperatura axilar ao despertar durante três manhãs. "Muitas mulheres têm o seu corpo mais frio, sentem mais frio e não imaginam que isso pode ser uma tireoide necessitando de ajuda", diz o médico. A investigação inclui ultrassom de tireoide e exames mais específicos, como os anticorpos tireoidianos, sob o princípio de que "a clínica é soberana", máxima da formação médica segundo a qual os sintomas se sobressaem diante dos exames complementares.

    Efeitos de um diagnóstico tardio

    As consequências de uma identificação demorada podem acompanhar a mulher por toda a vida. "O diagnóstico tardio do hipotireoidismo pode acarretar frustração para o resto da vida, por exemplo, nos casos daquelas mulheres que perdem a janela de sua idade fértil e não conseguem engravidar, ou engravidam e passam pelo aborto, e chegam à menopausa sem realizar o sonho de serem mães", relata.

    Ele lembra que, enquanto o feto não produz os próprios hormônios tireoidianos, depende daqueles que vêm da mãe, e que a deficiência materna pode afetar o bebê do raciocínio à formação corporal.

    No lipedema, que um consenso internacional com especialistas de 19 países passou a caracterizar como doença crônica, o médico vê um erro recorrente. "Muitas vezes, essas mulheres se submetem até a tratamentos cirúrgicos, que é um recurso válido também, porém sem antes alinharem o perfil hormonal, principalmente o da tireoide, comprometendo assim o resultado do seu tratamento", avalia. Conforme o Dr. Rodrigo Olmedo, drenagens e outros procedimentos aliviam os sintomas, mas não atuam sobre o hipotireoidismo quando ele integra o quadro.

    Tratamento com olhar ampliado

    Quando o hipotireoidismo é constatado, o médico defende um tratamento que inclua não apenas o T4, mas também o T3, que ele define como "a forma mais ativa do hormônio tireoideano". Dr. Rodrigo Olmedo recomenda ainda a avaliação de um perfil hormonal mais amplo, com cortisol, dehidroepiandrosterona (DHEA), progesterona e testosterona. "A progesterona é um hormônio que faz toda a diferença nos casos de lipedema, já que esta situação tem intimidade com os estrogênios, e a progesterona pode fazer um contrapeso neste caso quando necessário", explica. A indicação de qualquer reposição depende de avaliação médica individualizada.

    O médico atende em modelo integralmente online, o que permite acompanhar pacientes em diferentes regiões do Brasil e no exterior, e informa ter realizado mais de 4.100 atendimentos. Após a consulta inicial, o acompanhamento ocorre por comunicação direta por um período de três a seis meses.

    Para mais informações, basta acessar: https://drrodrigoolmedo.com.br/

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    KAYAK revela alternativas brasileiras a destinos de famosos

    7 de outubro de 2026

    Leila Ferreira fala sobre cartas no Dia Mundial dos Correios

    7 de outubro de 2026

    Feres Chaddad promove o Neuro University Summit 2026

    7 de outubro de 2026

    Acceleronix e Valid levam gestão de eSIM SGP.32 com hospedagem local ao Brasil

    7 de outubro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.