A Disney apresentou novas informações sobre alguns dos filmes que chegarão aos cinemas nos próximos anos, entre eles Frozen 3, o live-action de Enrolados, O Diário da Princesa 3, Ice Age: Boiling Point, Gatto e Os Incríveis 3. Enquanto as estreias não chegam, quem acompanha essas franquias pode aproveitar os filmes anteriores e suas trilhas sonoras para ampliar o contato com o inglês de forma mais leve e ligada ao entretenimento, conforme orientam professores da KNN Idiomas, uma das maiores redes de ensino de idiomas do país.
Em produções musicais, como Frozen e Enrolados, as canções ajudam a trabalhar ritmo, pronúncia e repetição de estruturas. Já filmes como O Diário da Princesa oferecem diálogos mais próximos de situações cotidianas, enquanto animações como A Era do Gelo e Os Incríveis permitem contato com humor, diferentes entonações e velocidades de fala. A variedade de gêneros ajuda o estudante a perceber o idioma em contextos distintos, sem depender de um único tipo de conteúdo.
Para Reginaldo Kaeneêne, fundador e CEO da KNN Idiomas, produções que já fazem parte do repertório do público podem facilitar esse processo.
“Quando a pessoa conhece a história, ela consegue prestar mais atenção ao idioma porque já entende parte do contexto. Isso ajuda a perceber palavras, expressões, pronúncias e até diferenças na forma como os personagens se comunicam”, afirma.
Segundo o especialista, uma das formas de aprender inglês com esse tipo de conteúdo é rever uma cena primeiro com áudio original e legenda em português e, depois, repetir o trecho com legenda em inglês. Em músicas, acompanhar a letra pode ajudar a identificar palavras que passam despercebidas apenas na escuta. O objetivo não é traduzir tudo, mas aumentar a exposição ao idioma e criar familiaridade com construções que aparecem de forma recorrente.
“Filmes e músicas funcionam melhor como complemento ao estudo. Eles ajudam a colocar o inglês em situações que fazem sentido para o aluno e tornam o contato com o idioma mais frequente. Quando existe interesse pelo conteúdo, a prática tende a ser mais natural e constante”, conclui Kaeneêne.
