Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Primavera 2026 aposta em alfaiataria leve e moda praia
    • Quality SMI: 1ª agência SEO do Brasil OpenAI Select Partner
    • Energia: IA já identifica fraudes em painéis solares
    • Diálise no Brasil cresce 55% em uma década
    • BD amplia governança de importações com eComex
    • Philozon desenvolve inovação para tratar feridas complexas
    • Sucesso dos perfumes árabes agora chega aos body splashes
    • TRENDX leva dados e tecnologia à Fitness Brasil Expo 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Segurança eletrônica deve crescer 18,8% e chegar a R$ 19 bi
    Notícias Corporativas

    Segurança eletrônica deve crescer 18,8% e chegar a R$ 19 bi

    DinoBy Dino25 de agosto de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) divulgou, em relatório apresentado em junho de 2026, que o mercado brasileiro de segurança eletrônica deve crescer 18,8% no corrente ano, ultrapassando R$ 19 bilhões em faturamento, após ter registrado mais de R$ 16 bilhões em 2025. O estudo indica que a taxa de crescimento supera a de 16,2% observada em 2025, sinalizando aceleração do setor.

    O incremento está associado à adoção crescente de sistemas de analytics que coletam, analisam e interpretam dados de câmeras, sensores e dispositivos biométricos. As plataformas de inteligência artificial já conseguem identificar situações como portas abertas fora do horário, tentativas repetidas de acesso a áreas restritas, permanência incomum em determinados locais ou alterações no fluxo de pessoas e veículos. Quando detectam tais anomalias, os sistemas geram alertas que são encaminhados aos operadores para verificação.

    "O sistema pode detectar algo fora do padrão, mas isso não significa que tenha identificado uma ameaça. Uma anomalia é um pedido de atenção, não uma prova de que alguém está agindo de forma irregular", afirmou Fabiano Fernandes, CEO do Grupo Bravo TE, empresa especializada em segurança privada. Segundo o executivo, a principal mudança trazida pelo analytics é a transição da observação passiva para a geração de evidências que subsidiem a gestão de riscos.

    A partir das informações fornecidas pelos sistemas, condomínios e empresas podem revisar aspectos como iluminação, cobertura das câmeras, rotas de ronda e procedimentos de entrada. Contudo, a ampliação da capacidade de monitoramento pode gerar falsa sensação de controle. Imagens de baixa qualidade, equipamentos desatualizados, falhas de conectividade ou regras de detecção mal configuradas podem gerar alertas falsos ou deixar de identificar incidentes relevantes.

    A expansão do monitoramento inteligente também eleva a necessidade de políticas claras sobre acesso às imagens, tempo de armazenamento e condições de compartilhamento. O cuidado se intensifica quando são utilizados dados biométricos ou reconhecimento facial. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) classifica essas informações como dados pessoais sensíveis e as inclui entre as prioridades de sua agenda regulatória. As organizações devem, portanto, limitar a coleta ao estritamente necessário, informar a finalidade do monitoramento e impedir a reutilização dos registros para fins diferentes daqueles originalmente justificados.

    Além de automatizar tarefas repetitivas, a inteligência artificial aumenta a demanda por profissionais capacitados para interpretar alertas e reconhecer as limitações tecnológicas. A tendência aponta para operadores que deixem de observar passivamente múltiplas telas e se concentrem nas ocorrências previamente selecionadas pelos algoritmos, exigindo competências em análise de risco, proteção de dados e protocolos de resposta.

    "O ganho não está em retirar pessoas da decisão, mas em permitir que elas recebam informações mais organizadas e tenham melhores condições para agir", concluiu o diretor do Grupo Bravo TE. O especialista ressalta que a segurança inteligente deve reduzir o tempo de resposta sem eliminar o julgamento humano, equilibrando automação e responsabilidade profissional.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Primavera 2026 aposta em alfaiataria leve e moda praia

    25 de agosto de 2026

    Quality SMI: 1ª agência SEO do Brasil OpenAI Select Partner

    25 de agosto de 2026

    Energia: IA já identifica fraudes em painéis solares

    25 de agosto de 2026

    Diálise no Brasil cresce 55% em uma década

    25 de agosto de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.