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    Home»Notícias Corporativas»Tecnologia de retração de pele é abordada em pesquisas
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    Tecnologia de retração de pele é abordada em pesquisas

    DinoBy Dino27 de abril de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Dois artigos científicos publicados recentemente na base internacional PubMed Central colocam em destaque o papel das tecnologias de retração de pele baseadas em plasma no manejo cirúrgico de condições como a ginecomastia e o lipedema. O primeiro estudo, intitulado "Evaluation of Traditional Liposuction, VASER Liposuction, and VASER Liposuction Combined with J-plasma in Management of Gynecomastia", foi publicado em novembro de 2024 no periódico Plastic and Reconstructive Surgery Global Open. O segundo, "Argon Plasma-Assisted Liposuction for Arm Contouring: Safety, Efficacy, and Skin Tightening Outcomes", foi publicado em junho de 2025 no Aesthetic Surgery Journal Open Forum. Juntas, as publicações reforçam uma tendência crescente na cirurgia plástica: o uso do plasma — seja de hélio, seja de argônio, como no Argoplasma — para promover retração controlada da pele após a remoção de tecido adiposo.

    O estudo sobre ginecomastia incluiu 45 pacientes distribuídos em três grupos: o primeiro tratado com lipoaspiração tradicional, o segundo com lipoaspiração assistida por ultrassom (VASER) e o terceiro com a combinação de VASER e J-Plasma, tecnologia à base de plasma com funcionamento análogo ao Argoplasma. A ginecomastia, condição caracterizada pelo aumento do tecido mamário em homens, figura entre os procedimentos estéticos masculinos mais realizados no mundo e representa um desafio clínico específico: mesmo após a remoção adequada da gordura e do tecido glandular, a pele pode não retrair de forma suficiente, especialmente nos graus mais avançados da condição.

    Os resultados do estudo indicam que a combinação de VASER e plasma se mostrou eficaz no manejo de ginecomastia de graus 2 e 3, com redução significativa no tamanho do disco subareolar, menor redundância cutânea, maior firmeza da pele e menor necessidade de procedimentos complementares. Já o segundo estudo, voltado ao contorno de braços — região também frequentemente comprometida em pacientes com lipedema —, demonstrou redução estatisticamente significativa da ptose em todos os momentos pós-operatórios avaliados, com melhora precoce notável aos dez dias, seguida de estabilização a partir dos 30 dias, e redução de 29% ao final do período de acompanhamento.

    Do ponto de vista técnico, o Argoplasma e tecnologias similares de plasma funcionam de maneira minimamente invasiva. O procedimento utiliza uma fina cânula inserida sob a pele por pequenas incisões, liberando uma combinação de energia de radiofrequência e gás ionizado — argônio, no caso do Argoplasma — para gerar o plasma. Quando esse plasma entra em contato com os tecidos, dois efeitos principais ocorrem: a contração imediata das fibras de colágeno existentes, proporcionando efeito lifting imediato, e a estimulação da produção de novas fibras de colágeno, que melhoram a firmeza e a elasticidade da pele ao longo de 3 a 6 meses. Por utilizar argônio, um gás mais pesado que o hélio, a dispersão nos tecidos é minimizada, reduzindo o risco de complicações e resultando em retração mais eficaz da pele.

    Ao analisar os dados dos estudos, o cirurgião plástico Dr. Fernando Zeraik menciona que as publicações trazem evidências importantes para a prática clínica contemporânea. Segundo o especialista, "o que esses trabalhos mostram é que não se trata apenas de remover gordura, mas de entregar um resultado harmonioso ao paciente, e a tecnologia de plasma representa um avanço real na resolução de um problema que antes exigia cirurgias com muito mais cicatrizes". O médico ressalta que tanto a ginecomastia quanto o lipedema exigem avaliação individualizada e planejamento cirúrgico criterioso, pois as condições — apesar de distintas em sua fisiopatologia — compartilham o desafio da flacidez tecidual residual como ponto crítico de resultado. "É muito importante não confundir essas condições nem extrapolar indicações terapêuticas. Cada caso requer diagnóstico preciso e escolha técnica baseada em evidência", alerta o especialista.

    No que se refere aos dados epidemiológicos, a ginecomastia afeta entre 32% e 65% dos homens em alguma fase da vida, com picos na puberdade e na terceira idade. O lipedema, por sua vez, acomete predominantemente mulheres, com estimativas de prevalência que variam amplamente e atraso no diagnóstico que pode chegar a até uma década. Em ambas as condições, o impacto sobre a qualidade de vida é expressivo: estudos indicam que pacientes com ginecomastia relatam comprometimento da autoestima, evitação de atividades sociais e esportivas e sofrimento psicológico relevante. No lipedema, a literatura aponta prevalência de depressão entre 31% e 59%, além de relatos frequentes de ansiedade e sentimentos de invalidação clínica.

    No contexto do tratamento cirúrgico, os estudos reforçam que o Argoplasma melhora de forma significativa a retração da pele, tornando a combinação com a lipoaspiração ainda mais eficaz, com menos trauma cirúrgico e recuperação mais tranquila. Para casos de lipedema, a lipoaspiração com técnicas específicas já é descrita na literatura como opção capaz de reduzir dor e melhorar a função — e a associação com tecnologias de retração surge como caminho para otimizar o resultado estético sem ampliar a invasividade do procedimento.

    Encerrando sua análise, o Dr. Fernando Zeraik destaca que a consolidação dessas evidências científicas representa um passo relevante para protocolos mais seguros e eficazes. Para o especialista, "a tecnologia existe para servir ao paciente, não para substituir o julgamento clínico. O cirurgião que domina a indicação, a técnica e os limites de cada procedimento é o que vai transformar dados científicos em resultados reais e éticos".

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