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    Home»Notícias Corporativas»Falta de profissionais desafia área de cibersegurança
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    Falta de profissionais desafia área de cibersegurança

    DinoBy Dino22 de abril de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    A crescente complexidade dos ataques cibernéticos tem mudado não apenas as estratégias de proteção das empresas, mas também o perfil dos profissionais buscados para atuar na área. Segundo a ESET, a demanda por especialistas em cibersegurança vai além do conhecimento técnico e passa a incluir habilidades comportamentais e visão prática do negócio.

    Para Thales Santos, Senior Sales Engineer da ESET no Brasil, o mercado vem ampliando o olhar sobre quem pode atuar na área, além de abrir espaço para diferentes trajetórias profissionais. "Hoje, mais do que uma formação específica, o que pesa é a capacidade de aprender rápido, se adaptar e entender como a segurança impacta o funcionamento da empresa", afirma.

    Essa mudança de perspectiva também se reflete nas decisões estratégicas dentro das organizações. Segundo o especialista, a escolha de fornecedores, por exemplo, deixou de considerar apenas critérios tradicionais, como custo, qualidade ou prazo de entrega, para incorporar a segurança cibernética como um fator determinante. "Plataformas de e-commerce, sistemas de gestão de dados e outros parceiros precisam demonstrar maturidade em segurança para evitar brechas que possam comprometer clientes, informações sensíveis e a reputação da empresa. Sendo assim, boas práticas, políticas de privacidade e conformidade com regulamentos como a LGPD já entram diretamente na pauta de negociação", explica Thales.

    Perfis diversos ganham espaço

    Ao contrário da percepção mais comum, a atuação em cibersegurança não se limita a profissionais com formação estritamente técnica. De acordo com a ESET, empresas têm buscado perfis variados, desde especialistas em tecnologia até profissionais com experiência em processos, análise e gestão.

    Essa diversidade reflete a necessidade de lidar com desafios que envolvem mais do que sistemas, como comportamento humano, operações e tomada de decisão. "Os riscos envolvem pessoas, processos e contexto, e não mais apenas a parte técnica. Por isso, equipes mais diversas tendem a responder melhor a esses cenários", pondera o especialista.

    O mercado valoriza profissionais que conseguem aplicar esse conhecimento na prática e traduzi-lo em soluções viáveis para o dia a dia das empresas. Isso inclui desde a capacidade de identificar vulnerabilidades até a habilidade de priorizar riscos e propor respostas eficientes.

    "Quem junta conhecimento técnico básico com capacidade de negociar, influenciar e alinhar diferentes áreas tende a se destacar, até em trajetórias que depois migram para gestão de riscos ou compliance", acrescenta ele.

    Aprendizado contínuo como requisito básico

    Com a evolução constante das ameaças digitais, a atualização profissional deixou de ser diferencial e passou a ser requisito. Novas ferramentas, técnicas e abordagens surgem rapidamente, exigindo que os profissionais acompanhem esse ritmo.

    Nesse cenário, a disposição para aprender de forma contínua é vista como um dos principais indicadores de potencial na área. "Há profissionais que começam na área de compras ou logística e, ao mergulhar em temas de risco cibernético, acabam atuando em gestão de fornecedores com foco em segurança, auditoria de contratos ou até compliance digital", comenta.

    Comunicação e visão de negócio ganham protagonismo

    Para a ESET, o cenário atual indica uma transformação no perfil da carreira em cibersegurança, que passa a exigir uma combinação de competências técnicas e comportamentais. Nesse contexto, profissionais que conseguem unir conhecimento, adaptabilidade e visão prática tendem a se destacar em um mercado cada vez mais dinâmico.

    Além disso, compreender o funcionamento do negócio ajuda a alinhar estratégias de segurança às prioridades da empresa. "O mercado valoriza quem consegue traduzir risco técnico em impacto de negócio. Para isso, não basta olhar só preços: é preciso ir além do custo e compreender os riscos envolvidos na adoção de novas soluções ou fornecedores", finaliza Thales.

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