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    Home»Negócios»Estresse, dor de cabeça, insônia: estudo revela os principais efeitos da insegurança na saúde e qualidade de vida das brasileiras
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    Estresse, dor de cabeça, insônia: estudo revela os principais efeitos da insegurança na saúde e qualidade de vida das brasileiras

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio9 de março de 2026Nenhum comentário6 Mins Read
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    Na busca por mais proteção no dia a dia, 47,2% das entrevistadas pela Verisure recorrem a soluções de monitoramento e segurança eletrônica

     

    Em um contexto marcado pela sensação constante de vulnerabilidade, quais são os impactos da insegurança na saúde e no bem-estar das brasileiras?

    Um estudo recente ouviu centenas de entrevistadas de diferentes regiões e descobriu a resposta: hoje, 7 em cada 10 mulheres admitem se sentir mais estressadas ou em frequente estado de alerta por medo de furtos, roubos e da violência, preocupação que também têm gerado cansaço mental (47,9%) e problemas com sono (34,9%).

    Os dados são da Verisure, empresa de alarmes monitorados que, recentemente, buscou entender como a percepção de risco afeta o equilíbrio emocional e os hábitos cotidianos em diferentes regiões — entre os maiores receios, a interferência no dia a dia e estratégias para se sentir mais protegido, dentro e fora de casa.

    Mais do que se refletir no próprio corpo, de acordo com as respondentes, medos como ser roubada ou ter a própria residência invadida vêm levando a uma série de hábitos e mudanças, como alterar rotas e trajetos diariamente (59,9%), recorrer a itens de autoproteção (32,5%) e investir em soluções como câmeras, sensores e alarmes (47,2%).

     

    Mulheres revelam os efeitos da insegurança na saúde e no bem-estar

    Se, no começo de janeiro, uma pesquisa do Instituto Ipsos revelou que o crime e a violência são as maiores preocupações, hoje, no país (à frente de questões como a corrupção e saúde), o levantamento da Verisure identificou que essa insegurança não está associada a um único cenário, mas atravessa diferentes espaços do cotidiano dos brasileiros… em especial, delas.

    Quando questionadas sobre seus principais receios no dia a dia, as respostas das entrevistadas não causaram surpresa: 70,5% delas apontaram ter medo constante de roubos e furtos, enquanto outras temem sofrer violência física (64,7%) ou ter a própria residência invadida (64,7%) — preocupação muito mais considerável do que entre os homens (42,7% e 58,1%).

    Mais do que algo pontual, aliás, a pesquisa mostra que a sensação de insegurança tem impactado diretamente a saúde emocional das brasileiras.

    De um lado, por exemplo, 7 em cada 10 respondentes disseram que medos relativos à segurança as tornaram mais estressadas ou amplificaram a sensação constante de alerta. De forma similar, 47,9% reconheceram que isso costuma vir junto de certo cansaço mental, parcela similar à das que enfrentam problemas de sono (34,9%) em decorrência de barulhos suspeitos, movimentos ou demais sinais de que sua casa está sob risco.

    Além do bem-estar: como a insegurança impacta a rotina das brasileiras?

    Para além dos impactos emocionais, ao longo do levantamento, uma parcela expressiva das entrevistadas admitiram que receios relacionados à violência as levaram a repensar algumas dinâmicas e decisões práticas no dia a dia — o que, por sua vez, tem levado a mudanças de hábito com o objetivo de cuidar da própria segurança.

    No campo do lazer e da circulação urbana, as restrições aparecem de forma ainda mais evidente. Evitar sair de casa à noite, por exemplo, foi algo mencionado em 70,5% das respostas (entre os homens, o medo é menor e aparece em 60%), decisão tão comum quanto deixar de retornar para casa em determinados horários por medo de algo pior (55,4%).

    Dentro de casa, o medo também tem imposto alguns limites. Deixar crianças ou idosos sozinhos (37,6%) ou atender à porta em determinadas situações (40,4%) — seja pelo horário, seja pela ausência de familiares — foram algumas das situações mais compartilhadas pelas mulheres consideradas, que também procuram não viajar ou ficar longos períodos fora (29,7%) e deixar o pet sozinho (22,2%).

     

    Práticas e soluções para se sentir protegida

    Diante da percepção crescente de insegurança, algo que a Verisure descobriu é que, em 2026, muitas brasileiras têm adotado medidas práticas para reduzir riscos e incidentes no cotidiano.

    Entre as iniciativas mais comuns para as entrevistadas está evitar deixar objetos de valor visíveis, comportamento adotado por 67,4%. Há quem também faça o possível para alterar rotas e trajetos no dia a dia (59,9%), bem como manter contato frequente com familiares ou vizinhos para o caso de eventuais problemas (55,8%).

    Quando o assunto é a tecnologia aplicada à proteção, a adesão também se mostrou expressiva: soluções de monitoramento e segurança eletrônica (como câmeras, sensores e alarmes) já fazem parte da rotina de 47,2% das entrevistadas, enquanto 3 em cada 10 respondentes demonstraram interesse em adotar esse tipo de recurso daqui para frente.

    Quanto aos itens populares, os mais associados à sensação de segurança são as câmeras de vigilância, citadas por 84,5%. Fechaduras digitais ou leitores de chave aparecem na sequência (60,6%), seguidos por sensores e detectores de arrombamento (57,8%) e sirenes ou dispositivos sonoros (50%). O resultado, nesse sentido, não apenas acompanha a expansão do setor, mas ressalta como tecnologias que oferecem monitoramento contínuo são vistas como grandes aliadas na proteção do lar.

     

    Metodologia

    Para compreender os impactos da insegurança na saúde, bem-estar e dia a dia das brasileiras, nas últimas semanas, foram entrevistadas 300 adultas (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.

    Ao todo, as respondentes tiveram acesso a 8 questões, que exploraram seus principais medos e receios no dia a dia, como tais preocupações afetam a rotina e estratégias para driblá-los. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelas entrevistadas.

     

    Sobre a Verisure

    Líder global em monitoramento e segurança eletrônica, a Verisure é uma empresa que tem como objetivo proteger residências e negócios por meio de soluções como alarmes monitorados, câmeras de segurança e sensores, além da Central de Monitoramento 24h mais avançada do Brasil e Europa. Ao longo de mais de 30 anos de experiência, a união entre um time de profissionais altamente especializados e tecnologia de ponta já impactou 6 milhões de clientes em 17 países, reforçando a preocupação da marca em proporcionar mais tranquilidade e suporte contínuo no dia a dia das pessoas.

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