São Paulo, fevereiro de 2026 – A HeartBit, agência especializada em marketing de influência e estratégia de dados, anuncia o lançamento da pesquisa “O mercado de influência pela ótica dos influenciadores”
Diferente de levantamentos tradicionais focados apenas em métricas de alcance, o estudo mergulha na percepção de quem está no centro da engrenagem: o criador de conteúdo.
Com um portfólio que inclui marcas como Grupo Campari, Paramount+, Hugo Boss e Magalu, a agência utilizou sua expertise em Data Insights para cruzar tendências globais com entrevistas em profundidade junto a oito grandes nomes do mercado, incluindo Nah Cardoso, Federico Devito, Pequena Lo e Vittor Fernando.
O estudo revela que a Creator Economy não é apenas um nicho, mas uma força econômica que movimenta US$ 250 bilhões de dólares globalmente, com potencial para atingir a marca de US$ 525 bilhões até 2030. Nesse cenário, o Brasil se destaca como uma potência estratégica, ocupando o posto de segundo maior mercado de criadores do mundo, com 110 milhões de profissionais, atrás apenas dos Estados Unidos. O impacto é direto no consumo, cerca de 80% dos brasileiros afirmam já ter realizado compras motivadas por influenciadores, consolidando o país como o local onde esses profissionais exercem o maior poder sobre a decisão de compra dos consumidores.
Apesar do crescimento acelerado, a pesquisa da HeartBit aponta desafios estruturais que afetam a relação entre marcas e criadores. Um dos pontos mais críticos é a falta de transparência e clareza sobre o ROI (Retorno sobre Investimento). Muitos influenciadores relatam que, embora as marcas busquem resultados imediatos e conversão, raramente compartilham as métricas de negócio e os indicadores estratégicos com quem está executando a campanha. Esse desencontro gera tensões que poderiam ser mitigadas com processos de co-criação mais abertos, substituindo briefings engessados por parcerias que respeitem a linguagem e a autenticidade do criador.
A agência defende que o futuro do setor está na profissionalização e na diversificação de receita. Segundo o estudo, os influenciadores estão deixando de ser apenas canais de mídia para se tornarem ativos de mercado, investindo em infoprodutos, eventos próprios e até participações em startups. “Acreditamos que a inteligência de mercado nasce da intersecção entre o rigor analítico e a escuta ativa de quem vive o dia a dia da Creator Economy”, afirma Ana Julia Agostinho, Co-founder e Chief Creative Strategy & Data Insights da HeartBit.
O lançamento oficial da pesquisa foi marcado pelo evento HeartBit Talks, em São Paulo, no dia 02 de fevereiro. O encontro reuniu pioneiros que acompanharam a evolução da profissão na última década ao lado de novos talentos para debater como transformar a influência em impacto real de negócio. A pesquisa completa está disponível em formato digital, servindo como um guia estratégico para marcas, agências e criadores que buscam perenidade em um mercado em constante mutação.
