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    Home»Negócios»Pai e CEO ou CEO e Pai, o que vem primeiro?
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    Pai e CEO ou CEO e Pai, o que vem primeiro?

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio4 de agosto de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
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    A difícil arte de estar presente nos dois mundos

    Por Bruno Carvalho dos Santos

    “Agora são 5h30 da manhã, o Lucas (1 ano) já despertou, acordei para cuidar dele e estou aqui, escrevendo este texto. Ele brinca por perto, sozinho. Mais tarde, vou me arrepender por não ter parado para brincar com ele. E amanhã, provavelmente, vou sentir saudade desse momento que deixei passar.”

    Ser pai, CEO, marido, filho, esportista, músico, amigo, irmão, neto … Wow, quantas funções. E todas elas exigem tempo, liderança, presença, paciência e habilidades de tomar decisões difíceis o tempo todo. A maior delas, talvez, seja decidir quem precisa mais de mim hoje: minha empresa ou meus filhos?

    Durante a pandemia, vivi um privilégio raro para um empresário. Minha filha mais velha estava com poucos meses de vida quando o mundo parou. E, por algum tempo, eu também parei. Não os negócios, claro, mas a rotina insana de trânsito, reuniões presenciais e viagens. Fiz home office com ela no colo, no pé ou por perto. Dei mamadeira entre uma chamada de vídeo e outra. Um pai de primeira viagem no meio daquele momento maluco.

    Naquela situação eu também aprendi algo valioso: não basta estar em casa, é preciso estar presente de verdade.

    Hoje, no modelo híbrido, minha rotina voltou a ser puxada. Saio cedo, volto tarde, prefiro trabalhar da empresa, mesmo quando vou sozinho, fico mais longe das crianças, mas às vezes escuto um “fica, papai” quando estou pegando as chaves do carro. Essa chamada me desmonta. Porque eles não entendem os compromissos, as metas, o crescimento. Eles entendem a ausência.

    A verdade é que ser pai me ensinou a ser um CEO melhor. E ser CEO me mostrou o quanto o tempo é nosso bem mais escasso e mais valioso. Hoje posso dizer que eu tenho tudo o que eu sempre sonhei, menos o tempo que me falta para fazer tudo o que eu quero. Pensando nisso, tento aplicar o que aprendi sobre mindfulness (atenção plena) na paternidade: quando estou com eles, tento estar 100%. Sem celular, (difícil, mas não impossível) sem notificações, sem tentar resolver um problema da empresa com a cabeça. Mas nem sempre consigo. A tentação de “aproveitar o tempo” e trabalhar enquanto estou com eles por perto às vezes vence. Afinal, meu trabalho não para, sempre tenho muitas tarefas para pensar e tomar uma decisão. Porém, quando chego na agência, bate o arrependimento, poderia ter ficado mais presente com cada um.

    Porque o tempo passa. E eles crescem. E as reuniões, projetos, propostas que pareciam importantes, na maioria das vezes, não eram. Mas o ritual do fim do dia: banho, pijama, escovar os dentes, mamadeira e historinha antes de dormir … esses não voltam.

    Ser CEO é cuidar de muitos colaboradores, clientes e fornecedores. Ser pai é cuidar de poucos, 2, mas com muito mais profundidade. É ali onde, de fato, sou insubstituível.

    E nos dias em que estou mergulhado no trabalho e me pego com saudade dos meus filhos, lembro que também sou filho. E que meu pai, hoje, só quer um café com conversa e minha atenção verdadeira. A mesma que eu tanto busco oferecer para os meus filhos. O ciclo se repete. E a presença continua sendo o melhor presente em qualquer situação e para qualquer geração.

    Feliz Dia dos Pais!
    Para quem é.
    Para quem tem.

    Para quem pretende ser.
    E para quem está se esforçando para ser cada vez mais presente.

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