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    Home»Notícias Corporativas»Especialistas preveem impacto da Reforma Tributária no caixa
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    Especialistas preveem impacto da Reforma Tributária no caixa

    DinoBy Dino11 de novembro de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    A reforma tributária brasileira altera significativamente a estrutura fiscal do país ao unificar tributos e modificar processos de arrecadação. Com o início da fase de transição previsto para 2026, a mudança gera alertas de especialistas quanto à capacidade de adaptação das pequenas e médias empresas (PMEs) diante das novas exigências técnicas e operacionais que se aproximam.

    A nova legislação, regulamentada pela Lei Complementar 214/2025, estabelece um cronograma de transição até 2033, substituindo quatro tributos (PIS, Cofins, ICMS e ISS) por três: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o Imposto Seletivo (IS). A fase de testes começa em janeiro de 2026, com alíquotas de 0,9% para CBS e 0,1% para IBS.

    Para Giovanni Colacicco, mestre em Controladoria e Finanças com 20 anos de experiência docente na PUC-SP, FIPECAFI e G4 Educação, o país enfrenta dificuldades para absorver a mudança. “O Brasil não está preparado para receber a reforma tributária. As empresas ainda carecem da organização necessária dos números para entender o impacto dessa mudança”, afirma o sócio-fundador da EConexão. O especialista destaca que a falta de preparo envolve também a escassez de mão de obra qualificada e sistemas insuficientes.

    A categoria contábil, que soma 538.956 profissionais segundo o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), também enfrenta desafios quanto à clareza necessária para orientar com segurança os empresários espalhados pelos mais de 20 milhões de CNPJs ativos. Segundo Colacicco, esse déficit estrutural e de informação pode gerar impactos diretos sobre a operação de milhares de companhias. “Toda empresa deveria realizar um diagnóstico da sua situação atual e projetar como ficará após a reforma. Antecipar os impactos é essencial para evitar surpresas financeiras”, complementa.

    Impacto no capital de giro: o risco do split payment

    Um dos efeitos mais significativos será o mecanismo de split payment (divisão de pagamento), pelo qual o valor do imposto será automaticamente direcionado ao fisco no momento da transação comercial. Esse sistema eliminará o fluxo temporário de caixa utilizado atualmente por muitas organizações.

    “As empresas deixarão de ter entre 12% e 18% do dinheiro que hoje circula em caixa. Sem controle adequado dos números, muitas só perceberão a gravidade da situação quando o dinheiro faltar. E, com os juros elevados, o custo do capital de giro se tornará ainda mais pesado”, explica Colacicco.

    Para mitigar esse risco, consultorias financeiras têm desenvolvido ferramentas de diagnóstico. A EConexão, por exemplo, criou um simulador interativo que calcula como as novas regras podem alterar o fluxo de caixa e a carga tributária de cada operação, oferecendo um mapa de risco para a transição.

    De acordo com a FIPECAFI, a falta de preparo dos profissionais de controladoria pode impactar diretamente a prevenção de problemas de caixa, levando muitas companhias ao fechamento, especialmente as de menor porte. Dados do Mapa de Empresas, divulgados pelo Governo Federal, mostram que no primeiro quadrimestre de 2025 o número de organizações fechadas foi de 973.330, um aumento de 13,4% em relação ao mesmo período de 2024.

    Embora o fechamento de empresas seja multifatorial, a falta de clareza e o receio da complexidade tributária já atuam como fatores de desestímulo. A projeção é que, sem diagnóstico adequado, o número de encerramentos possa acelerar a partir de 2026.

    Plínio Reis, especialista tributário e fundador da Bart Gestão Tributária, reforça a gravidade do cenário: “Ao analisar o panorama, os dados são alarmantes. No mercado de grandes empresas, menos da metade está se movimentando ativamente para a reforma. Entre as pequenas e médias, a grande maioria sequer iniciou o processo”.

    Reis alerta que a reforma exige uma mudança de cultura e de sistemas que leva meses para ser implementada. “Não se trata de apertar um botão. É uma reengenharia fiscal e de processos que deveria ter começado há pelo menos um ano”, conclui.

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